Clarissa Garotinho é eleita 3ª vice-presidente da comissão especial da Reforma Tributária

“A reforma é urgente, necessária e vai unificar o país. Ninguém aguenta mais essa burocracia enorme, o brasil é um dos países aonde mais se gasta tempo. Cerca de 2 mil horas só para calcular e pagar impostos. Precisamos modificar, simplificar e redistribuir melhor as receitas tributárias do nosso país”, afirma a deputada Clarissa Garotinho.

10/07/2019 às 13:34:47 | Atualizada em 10/07/2019 às 13:43:55 | 314 visualizações



A deputada federal Clarissa Garotinho (RJ) foi eleita nesta quarta (10) para assumir a 3ª vice-presidência da comissão especial que irá analisar a proposta da Reforma Tributária para o país (PEC 45/19). A aprovação da reforma tributária é o principal ponto defendido pelo Partido Republicano da Ordem Social, PROS. O partido integra também a comissão com o deputado Gastão Vieira (MA). A reunião de instalação e eleição contou com a presença do presidente da Casa, Rodrigo Maia.

“A reforma é urgente, necessária e vai unificar o país. Ninguém aguenta mais essa burocracia enorme, o brasil é um dos países aonde mais se gasta tempo cerca de 2 mil horas só para calcular e pagar impostos. Precisamos modificar, simplificar e redistribuir melhor as receitas tributárias do nosso país”, afirma a deputada Clarissa Garotinho.

A proposta altera a Constituição extinguindo três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), um estadual (ICMS) e um municipal (ISS), todos incidentes sobre o consumo. A ideia é simplificar a carga tributária e criar o Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), de competência de todos os entes federativos, e outro sobre bens e serviços específicos (apenas federal).

A Mesa Diretora da comissão será conduzida pelos deputados Hildo Rocha (Presidente), Sidney Leite (1º Vice-Presidente), Da Vitoria (2º Vice-Presidente), Clarissa Garotinho (3º Vice-Presidente) e Aguinaldo Ribeiro (Relator).

No total, a comissão é composta por 43 titulares e igual número de suplentes.

A comissão abrirá prazo para que os deputados apresentem emendas ao texto, propondo alterações. Em seguida o relator deverá se pronunciar sobre cada uma em seu parecer e a comissão deverá aprovar o relatório final. Em seguida, o texto final será apreciado pelos deputados no Plenário, com votação em dois turnos.

Confira a entrevista na íntegra

Redação PROS na Câmara